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Grupos de Trabalho

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Publicado: Sexta, 15 de Julho de 2016, 16h32

GT 02: POLÍTICAS DE VISIBILIDADES E RECONHECIMENTOS

Coordenadores:

Msª Pâmela Laurentina Sampaio Reis / Mestre em Antropologia / UFPI / Faculdade Internacional do Delta- Parnaíba-PI

Msª Ana Kelma Cunha Gallas / UFPI/Faculdade Santo Agostinho – PI

Ementa: Em linha de continuidade a experiência anterior no I Simpósio de Antropologia do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal do Piauí, realizado em junho de 2016, neste grupo de trabalho, a partir de uma perspectiva interdisciplinar, se propõe realizar um diálogo articulado entre os estudos de gênero, diversidade sexual e as políticas de reconhecimento (HONNETH,2003), para assim, problematizar por um lado os corpos, gêneros e sexualidades enquanto visibilidades, resistências, armas e lutas na biopolítica contemporânea. Nesse sentido, o modelo heteronormativo constituiu-se como uma das bases do modo de produção capitalista consolidando os valores burgueses, o modelo de família patriarcal nuclear, conferindo assim, a mulher o “papel” de reprodutora. Este modelo essencialista ancorado no biológico, na diferença sexual e nas patologias tornou-se cada vez mais hegemônico invisibilizando as múltiplas possibilidades de vida. Dessa forma, pretendemos refletir nas possibilidades da produção de resistências a alguns dispositivos de controle no capitalismo global, principalmente as políticas de reconhecimento e os processos de assujeitamentos dos corpos- vida à matriz heteronormativa (LIMA 2014, BUTLER, 2006, FOUCALT, 2005). Se, a resistência é pensada como contraponto do poder, isto é, operam onde o poder atua, então, como podemos pensar nos corpos-vida que não estão localizados nessa matriz heteronormativa? A partir do exposto, este GT, pretende reunir resultados de pesquisas concluídas, em andamento ou iniciais que versem sobre os regimes de controle que normatizam e ordenam as vidas, as políticas de “subversão” da matriz heteronormativa, os corpos, subjetividades, sistemas de moralidades que incluem e excluem vidas, as políticas de gênero e identidades. Nesse sentido, a proposta deste GT é construir campos dialógicos para refletir os conflitos, tensões, ambivalências e possibilidade de vida que reivindicam lugares na visibilidade social apesar da intricada relação com as instituições reguladoras.

 

GT 04: POLÍTICAS PÚBLICAS E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

Coordenadores:

Cleber de Deus Pereira da Silva – Universidade Federal do Piauí (UFPI) - Pós-Doutor em Ciência Política

Beatriz Ribas – Mestra em Ciência Política (UFPI) – Mestra em Ciência Política (UFPI).

EMENTA: Uma das subáreas mais importante da Ciência Política é a que estuda a relação entre políticas públicas e desenvolvimento econômico (nacional e regional). O objetivo desse Grupo de Trabalho (GT) é precisamente congregar trabalhos de diversas orientações teóricas e metodológicas com a finalidade de se contemplar as análises de políticas públicas produzidas no âmbito da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e demais instituições, centros de pesquisas, órgãos governamentais, etc., que visem debater aspectos relacionados ao desenvolvimento econômico com seus desdobramentos no contexto federativo brasileiro. Por tal via pretende-se captar como estão sendo produzidos trabalhos nessas áreas: empresariado e desenvolvimento, formulação de planos gestores no âmbito estadual e municipal, impactos de políticas públicas que objetivem instituir políticas de industrialização (integração nacional e regional) tanto como propostas de gestores visando minimizar as disparidades intra e interregional.

Debatedor: Luciane Torres

GT 05 – INSTITUIÇÕES POLÍTICAS

 Coordenadores:

Dr. Bruno de Castro Rubiatti / Professor Adjunto de Ciência Política da Universidade Federal do Pará

Dra. Monique Menezes / Professora Adjunta de Ciência Política da Universidade Federal do Piauí

Ementa: O estudo das instituições políticas tem sido objeto central nas análises da Ciência Política contemporânea. Este GT possui como escopo receber estudos que versem sobre a investigação de instituições políticas e atores centrais da democracia contemporânea. Entre os temas pertinentes incluem-se: a relação entre os três Poderes, o comportamento da burocracia, as mudanças institucionais, federalismo, instituições participativas, a accountability das instituições, controles democráticos, Judiciário, entre outros. O GT Instituições Políticas destina-se a trabalhos que analisem, tanto as instituições nacionais, como as subnacionais. As questões que movem a análise institucional referem-se como as instituições: modelam o comportamento dos atores políticos; afetam o desempenho do governo; e contribuem para a qualidade da democracia.

GT 06:  ELEIÇÕES, GOVERNOS, PARTIDOS E REPRESENTAÇÃO POLÍTICA.

Coordenadores:

Dr. Vítor Eduardo Veras de Sandes Freitas (Professor Adjunto - UFPI)

Ms. Rodrigo Dolandeli dos Santos (Doutorando em Ciência Política - UNICAMP)

Ms. Rosalina Ferreira Freitas (Professora - CESVALE)

Ementa: Este Grupo de Trabalho tem como objetivo reunir pesquisadores que desenvolvam trabalhos sobre a temática da representação política, contemplando três elementos centrais dentro da democracia representativa: eleições, governos e partidos. Dessa forma, busca-se discutir, por um lado, a temática dos partidos políticos nos seguintes aspectos: organizacional, sistêmico, ideológico, eleitoral, governamental e societal. Por outro lado, o GT também objetiva debater a relação entre sistema eleitoral e sistema partidário, entre as regras formais e o voto, sobre as estratégias eleitorais, financiamento de campanha, coligações eleitorais, coalizões de governo, comportamento político e eleitoral dentre outros. Ademais, o GT tem como foco trabalhos sobre o tema, a partir de uma variedade de perspectivas metodológicas (estudos de casos e comparados, por exemplo), além de trabalhos sobre os diferentes níveis federativos (federal, estadual e municipal) e sobre outros países.

GT 07- DIREITOS HUMANOS, CRIMINOLOGIA CRÍTICA E MOVIMENTOS SOCIAIS: PARTICIPAÇÃO SOCIAL E LIMITES DO EXERCÍCIO DO PODER NA MODERNIDADE.

Coordenadores:

Msª Natasha Karenina de Sousa Rego / Mestre em Direito e Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (2014) / Professora substituta na Universidade Federal do Piauí

Msª Geysa Victória Costa Silva / Graduada em Direito  (UESPI) e Ciências Sociais (UFPI) e Mestre em Sociologia pela Universidade Federal do Piauí (2015).

Ementa: Os Direitos Humanos têm sido uma importante garantia dos indivíduos perante a ação e a omissão do Estado desde a sua formação na Modernidade, em que pese seu patente desrespeito nas esferas doméstica e internacional. A Criminologia Crítica, em contrapartida, se apresenta como um importante marco epistemológico na elaboração de denúncias aos processos de controle social, criação de inimigos nacionais e internacionais e de criminalização. Além disso, tem descortinado a utilização dos próprios direitos humanos como elemento discursivo que os coloca em choque com as ações dos agressores na medida em que as ações e omissões estatais são cometidas com a justificativa, não raro, de proteção e defesa dos direitos humanos e da democracia. Enquanto duas faces da mesma moeda, os Direitos Humanos e a Criminologia Crítica se ligam pela violência e limitações ao exercício do poder do Estado e dos sujeitos na Modernidade. O objetivo, assim, deste grupo de trabalho é socializar pesquisas iniciais e consolidadas sobre Direitos Humanos, Movimentos sociais e Criminologia Crítica,a fim de estimular tais discussões na Universidade bem como estimular novos olhares sobre as relações de poder e a violência.

GT 08: ESTADOS, SOCIEDADE CIVIL E MARCADORES SOCIAIS DA DIFERENÇA

Coordenadoras:

Professora Doutora Olívia Perez (UFPI- Ciência Política)                       

Professora Mestre Barbara Cristina Mota Johas (UFPI- Ciência Política)

Ementa: O último cartel do século XX marca a erupção de novos desafios à ciência política, em especial a emergência de debates em torno do reconhecimento de formas identitárias. Estes debates são construídos em torno da ideia de que a desigualdade social entre indivíduos e/ou grupos é produzida a partir de fontes diversas e os atinge também de forma muito diversificada, ou seja, a desigualdade é entendida além da questão de classe na medida em que outras clivagens sociais tais como gênero, raça/cor/etnia e região - chamados de Marcadores Sociais da Diferença (MSD) – produzem relações desiguais. Tais desigualdades têm relação com violência, dificuldade de acesso a direitos e outras formas de opressão. Os grupos sociais atingidos por estes marcadores tem procurado demonstrar a importância de entender os processos de interseccionalidade entre marcadores. Considerando a importância do estudo sobre os MSD,  este grupo de trabalho pretende reunir pesquisas que se centrem nas ações do Estado e da Sociedade Civil com grupos marcados socialmente por diferenças, bem como trabalhos que abordem teorias sobre reconhecimento.

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