
A Universidade Federal do Piauí (UFPI) realiza, de 25 a 27 de março de 2026, a 1ª edição do VÓRTICE: Encontro de Linguagens, Artes e Formação de Professores, evento que será sediado no Centro de Ciências Humanas e Letras (CCHL) e no Centro de Ciências da Educação (CCE), em Teresina. A iniciativa propõe três dias de circulação, diálogo e criação, reunindo professoras/es, estudantes, pesquisadoras/es e artistas em torno de múltiplas linguagens e modos de pensar a docência. Inscreva-se aqui.
O VÓRTICE nasce da articulação entre três grupos de pesquisa da UFPI: o Colcha de Retalhos: Grupo de Estudos em Letramentos Acadêmicos, coordenado pelas professoras Leila Rachel Barbosa Alexandre e Conceição de Maria Ferreira de Macêdo, vinculado à Coordenação de Letras-Libras; o Grupo de Extensão e Pesquisa SER – Saberes em Rede: conectando conhecimentos na formação de professores de línguas, coordenado pela professora Larissa Maria Ferreira da Silva Rodrigues e vinculado ao Departamento de Métodos e Técnicas de Ensino; e o Grupo de Estudos sobre o Mal na Literatura (Gemal), coordenado pela professora Carolina de Aquino Gomes, ligado à Coordenação de Letras Vernáculas.
Ao reunir pesquisadoras de diferentes áreas e campos das Letras em sua condução, o evento propõe pensar a produção de conhecimentos e a formação de professores na área de Linguagens não como um corpo fixo de saberes, mas como uma prática social situada, aberta ao diálogo, à criatividade e às subjetividades. A imagem do vórtice orienta conceitualmente esta primeira edição, evocando movimento, espiral e transformação contínua, em que teoria e prática se entrelaçam e fronteiras disciplinares se desfazem.
A proposta é provocar um fluxo permanente de reinvenção, no qual novas formas de ensinar, criar, narrar e formar possam emergir. Em um contexto marcado por incertezas, o VÓRTICE defende que a produção do conhecimento exige deslocamento, abertura e sensibilidade ao imprevisível.
O encontro é aberto a professoras/es, estudantes, pesquisadoras/es, artistas, criadoras/es e demais pessoas interessadas nos atravessamentos entre linguagem, artes e formação docente. A programação convida cada participante a habitar o movimento, experimentar o que ainda não tomou forma e deixar-se afetar pelo que surge quando teoria, prática, criação e subjetividade se encontram em uma mesma espiral.
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