
Discussão foi realizada na sala de vídeo II do CCHL
A Coordenação do Mestrado Profissional em Administração Pública da Universidade Federal do Piauí (PROFIAP/UFPI) promoveu, na manhã desta sexta-feira (6), na Sala de Vídeo II do Centro de Ciências Humanas e Letras (CCHL/UFPI), a palestra “Ambientes Universitários Livres de Violências”. A iniciativa teve como objetivo discutir as diferentes manifestações de violência no contexto acadêmico. O evento também contou com a presença do diretor do CCHL, Vitor Sandes; técnico-administrativos, docentes e estudantes.

Mestranda Patrícia Revannia Souza dos Santos conduziu a palestra
A atividade foi ministrada por Patrícia Revannia Souza dos Santos, especialista em Gestão Pública e mestranda do Programa de Pós-Graduação em Administração Pública em Rede Nacional (PROFIAP/UFPI). Durante a apresentação, a palestrante destacou que o debate e o enfrentamento à violência nas universidades são fundamentais para servidores e discentes, especialmente diante do aumento de denúncias, afastamentos e das discussões relacionadas à saúde mental.
Patrícia Revannia também enfatizou que a universidade, enquanto espaço central na formação de profissionais para a sociedade, tem a responsabilidade de proteger todos que integram a comunidade acadêmica. “A universidade precisa garantir segurança, saúde mental e uma boa convivência para que possamos promover o respeito ao outro. Estamos preparando futuros profissionais, pessoas que estarão à frente do nosso país. Por isso, é preciso assumir essa responsabilidade não apenas como espaço de produção de conhecimento, mas também de formação cidadã, com consciência, pensamento crítico e responsabilidade coletiva”, afirmou.

Servidora Angeline Feitosa
Presente no evento, a servidora técnico-administrativa Angeline Feitosa ressaltou a relevância da temática para os servidores, destacando a necessidade de discutir o enfrentamento ao assédio e a todas as formas de violência no ambiente universitário. “É um tema recorrente para nós, servidores, e de extrema importância, pois reforça a urgência de conceber o espaço universitário como um ambiente de liberdade e de promoção da dignidade. Não precisamos escolher entre a nossa dignidade e a nossa permanência na universidade”, concluiu.