
Curso do PROFIAP/UFPI abordou “Processos Eletrônicos: Minicurso Prático no SIPAC”
O Programa de Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional da Universidade Federal do Piauí (PROFIAP/UFPI) promoveu, na manhã desta terça-feira, 31 de março de 2026, o minicurso intitulado “Processos Eletrônicos: Minicurso Prático no SIPAC”. A atividade foi realizada no Laboratório de Práticas Educacionais do CCHL/UFPI e ministrada por Jordânia Monte, especialista em Gestão Pública, servidora da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e mestranda do PROFIAP/UFPI.
O minicurso contou com a participação de servidores técnico-administrativos e docentes e teve como objetivo capacitá-los para a consulta, o cadastro e o encaminhamento de processos eletrônicos no Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos (SIPAC).

Jordânia Monte
De acordo com a ministrante, “o SIPAC é uma ferramenta essencial para a tramitação de documentos e processos administrativos. No entanto, muitos servidores ainda apresentam dificuldades na utilização das funcionalidades desse sistema, principalmente no que se refere a processos eletrônicos. Por isso, é necessário promover ações de capacitação que auxiliem no uso adequado da ferramenta, contribuindo para maior eficiência e celeridade na tramitação dos processos administrativos no âmbito da Universidade”.
A atividade foi conduzida de forma prática e didática, com demonstrações no sistema e realização de atividades pelos participantes, buscando não apenas a compreensão das funcionalidades, mas também o desenvolvimento de maior segurança no uso do SIPAC.

Alline Vasconcelos
Para Alline Vasconcelos, servidora técnico-administrativa da UFPI, a iniciativa responde a uma lacuna importante na formação dos servidores: “Como técnica administrativa da UFPI, eu observo que a instrução sobre o acesso aos sistemas é pouco difundida, e a gente acaba aprendendo no dia a dia, a cada desafio. Por isso, considero muito importante iniciativas como essa, especialmente para docentes. Muitas vezes, eles utilizam mais o SIGAA, mas, quando assumem cargos de gestão, encontram dificuldades para operar o sistema e acabam ficando muito dependentes do técnico ou do terceirizado do setor administrativo, sendo que vários acessos são restritos à chefia. Acho que esse curso deveria ser ofertado tanto para técnicos ingressantes quanto para docentes que assumem funções de gestão e se sentem, de certa forma, perdidos”.
